domingo, 26 de maio de 2013

Hoje é dia de pega-pega!


As dicas são da Luciana Silvestre, Gerente Técnica, em São Paulo, da Federação de Bandeirantes do Brasil, uma das instituições parceiras da Semana Mundial do Brincar.
Depois de vivenciá-las com os adultos, leve estas brincadeiras ao dia a dia dos pequenos e faça uma análise comparativa das reações e comportamentos dos dois públicos diante dessa experiência. Assim, você poderá fortalecer o seu trabalho e ajudar quem ainda não viveu esse brincar a fazê-lo de uma maneira livre e espontânea.
Fuji-fuji – Todo grupo fica em um canto da quadra ou outro espaço. O pegador grita pega-pega e os demais respondem fuji-fuji, correndo para atravessar o campo, enquanto o pegador tenta capturá-los. Para fazê-lo, é só encostar na pessoa. Ao ser pego, ela tem de parar no lugar e, sem tirar os pés do chão, tentar pegar alguém também.
Corrente elétrica – Os participantes, em círculo, dão-se as mãos, e não podem soltá-las. Entre dois participantes coloca-se um bambolê, que deve percorrer todo o círculo, passando pelo corpo de cada participante (um “ensaio” antes de começar a atividade propriamente dita). Depois, coloca-se mais um bambolê entre dois participantes, do lado oposto ao primeiro bambolê. Um bambolê tem de alcançar o outro, rodando para o mesmo lado. Quando isso acontecer, os dois participantes que estiveram com os bambolês deverão cumprir uma tarefa. Para a atividade ficar mais interessante, coloquem mais bambolês na roda.
Casa-morador-terremoto – Os participantes formam grupos de 3 pessoas. Duas delas unem as mãos, formando o telhado de uma casa, ou seja, os dois participantes são as “casas”. O outro participante do trio é o “morador” e fica dentro da “casa”. Essas “casas” com “moradores” deverão espalhar-se pelo ambiente. Para iniciar a atividade, alguém grita “morador”, “casa” ou “terremoto”. Quando gritar “morador”, todos os “moradores” trocam de “casa”, e esta não poderá se mexer. Quando gritar “casa”, todas as “casas” trocam de “morador”, e este não poderá se mexer. Quando gritar “terremoto”, todos os participantes deverão sair de seus lugares, encontrar outros participantes e formar novamente “casas” e “moradores”.
Jogo da evolução – Nesse jogo, cada um assume um personagem, representando-o com gestos e sons: ameba = “nadando peito” e falando: “ameba… ameba…”; sapo = pulando e fazendo barulho; coelho = fazendo o gesto de orelhas grandes e falando: “coelho… coelho…”; macaco = fazendo o gesto e o som do macaco; ser humano = fica do jeito que é; super-homem = gesto do super-herói. Nesse jogo, há regras para evoluir: cada personagem vai se deslocando pelo espaço, fazendo gestos e sons. Quando encontrar um ser igual – por exemplo, uma ameba que encontre outra-, tira par ou ímpar e quem ganhar evolui (de ameba a sapo). Quem perder regride – no caso da ameba, permanece do mesmo jeito. Quem chegar a super-homem ganha o jogo.
Colocando em ordem – com os participantes em fila, pede-se para que se organizem sem sair de cima de uma linha traçada no chão ou feita de corda, seguindo uma orientação: por exemplo, ordem alfabética. Depois, por idade. Outra opção: mês de nascimento. Agora, por tamanho. Quanto mais criatividade na organização, melhor.
Nó humano – os participantes formam uma roda. Todos se aproximam e dão as mãos, sendo que não devem dar as duas mãos para a mesma pessoa, nem dar a mão para quem está ao seu lado, o que vai formar um nó humano. Feito isso, o grupo tem de “desatar” o nó, fazendo um trabalho em conjunto: sem soltar as mãos, passando por cima e por baixo dos participantes de maneira que todos voltem ao círculo.
Nem sempre é possível desatar o nó, mas o bacana é tentar sempre!
Agora que você tem atividades diferentes para aplicar com os pequenos e os pais,que tal fazer da Semana do Brincar uma prática constante? Já pensou como irá ajudar crianças e adultos a se desenvolverem melhor?
Para encerrar nossas reflexões sobre o tema, vale ler o que a Enciclopédia da Criança  diz sobre o Brincar para embasar ainda mais o seu cotidiano profissional.
Bom trabalho, bom brincar!


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